Ele me olhou com um olhar de odio,e se retirou da mesa,mas antes de ir embora,me olhou fixamente e disse:
- Cuidado com o que vai querer saber,saber de mais pode lhe causar problemas, e pode ser desagradável, você pode sofrer conseqüências.E depois de ter dito tudo isso,me deu as costas sem se quer me deixar falar algo e foi embora,eu fiquei e pedi algo para beber,por que depois dessa conversas,só pelos olhares,eu sabia que iria enfrentar uma tempestade.
Depois deste dia tão contraditório,novamente fui para casa,e dormi,ou melhor tentei dormi,não consegui novamente, e fui caminhar,e passei pelo beco,entrei novamente,mas guando me aproximei do lixão havia alguém chorando ali sentado ou sentada,ou sei lá o que era. Me aproximei lentamente pra não assustar, e quando olhei era uma mulher,suja,sangrando,machucada, então sem que ela tentasse alguma coisa, levei ela para minha casa,ela ficou sem entender,mas sabia que eu não iria machuca - la então não gritou, e parou de chorar.
Dei- lhe comida,minhas roupas,ela tomou banho, comeu, e perguntei - lhes o que tinha acontecido com ela.
- Eu não sei,eu estava no meu quarto e de repente um homem veio e me levou a força para um lugar,e a ultima coisa que me lembro é de estar naquele beco.
- Qual o seu nome ?
- Clara Toledo Belmonte. Meus olhos se encheram de lágrimas,minha busca tinha acabado,eu finalmente a encontrei.
- Finalmente lhe encontrei. Ela assustada,sorriu,aquele sorriso assustado,mais um sorriso.
Eu contei toda a história,e ele sorriu,e não foi um sorriso assustado mais sim de alegria,olhei fixamente para ela,e me encantei novamente por ela.
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