segunda-feira, 5 de julho de 2010

Clara Toledo Belmonte.

Era final de outubro,ano de 1955,estava comemorando mais um dia das bruxas que se passava, e pensando como será meu final de ano,sozinho e decadente como sempre,como todos os anos que se passa, ali no meu quarto,olhando para os quadros que minha mãe deixou de presente de aniversário,e de todas as outras datas comemorativas. Um homem de 23 anos, sozinho, sem mulheres, sem filhos, 3 irmãos crescidos, pai já falecido, mãe super viva e que ainda tem como costume vigiar seus filhos,mais o filho que ela tem mais próximo dela sou eu felizmente eu acho, tenho como profissão advocacia, sim sou advogado criminal, defendo as pessoas.Mas, vamos pular um pouco essa parte da minha vida, estou sentado diante de uma maquina de escrever, e estou tão confuso, o que estou prestes a contar é algo que me aconteceu e que me assusta todas as noites, o que vou descrever é algo inexplicável que me atormenta, bem vou começar.
3 de novembro e eu estava caminhando sobre as ruas de Londres, e estava nevando, como sempre nesta época do ano, era noite, e não conseguia dormir, meus vizinhos também não colaboravam, acho que eles sempre estão animados, então decidi sair, pensando na minha vida, o que vou fazer, qual será o próximo caso que irei pegar, escutei algo passando por um beco, era algo brilhante, alguns gritos, e então logo corri, para ver o que estava acontecendo, e não tinha mais ninguém, me assustei, será que ninguém mais escutou o que eu escutei ?,será imaginação minha ?,não pode ser , então olhei para o chão e tinha rastros pelo chão de sangue, sim tinha algo acontecendo e eu tinha que saber, mesmo achando que me sairia mal desta história.
Segui o rastro de sangue, e acabou em uma lixeira,aquelas enormes, abri rapidamente a tampa, sem se quer saber se sairia algo de dentro ou não, não tinha nada, me assustei, por que pensei que a pessoa,animal,et,algo ira estar ali, quando iria olhar dentro para ver o que realmente tinha ali dentro, algo ou alguém bem veloz me deu, como dizem " Boa Noite Cinderela", me deu uma pancada na cabeça e desmaiei, só sei que acordei no dia seguinte, na porta de minha casa, não sei como parei ali mas minha dor de cabeça era enorme,levantei e entrei em casa, parecia que tudo estava diferente, algo aconteceu ?,como fui parar na porta de casa ?,será que foi tudo um sonho ? ou melhor um pesadelo ?,eu não sei, e não estava afim de saber naquele instante,minha dor tinha piorado, e quando me dei conta estava sangrando, estava muito zonzo para ir ao Hospital, então liguei para minha mãe, que veio correndo ou melhor voando como sempre para socorrer um de seus filhos.

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