segunda-feira, 5 de julho de 2010

Clara Toledo Belmonte.

Parte 2!
Minha mãe como já se preveniu - se, já tinha uma cópia da minha chave de casa, então não tocou a campainha,entrou batendo em tudo, cadeira, mesa, sofá, em tudo, bagunçou minha casa,me levou para o hospital,lá me socorreram e tudo o mais.Melhorei rápido, não queria ficar tanto tempo assim lá, logo me recuperei,e fui embora, chegando em casa, estava tudo a mesma coisa, bagunçado, só se passaram 4 dias, sentei no sofá e esperei que acabasse logo o dia.Não estava muito entusiasmado para voltar ao trabalho,mais acabei voltando,e me deparei no tribunal com algo estranho, um homem estava ali assistindo aquele julgamento e olhei para ele com estranheza pois eu senti algo estranho era um homem qualquer mais era estranho,ai me veio aquela imagem do beco de dias atrás, será que aquele homem foi quem me deu o apagão ? eu não sei,me dirigi até a mesinha para eu começar o julgamento,claro no final deu tudo como eu esperava, conclui o caso, meu cliente venceu, sempre venço, mais as vezes perco é a vida," Não se pode vencer sempre na vida".
Quando estava saindo do tribunal, aquele mesmo cara estava me esperando, passei por ele e ele me perguntou :
- Qual seu nome ? .
- Maycon Andrade,advogado criminal. E o seu ?.
- Isso não tem tanta importância não acha ?.
- É,não tem realmente importância, eu disse.
Então, ele me disse para segui - lo,segui, fomos para um bar de esquina, onde não tinha muita gente,na verdade não havia ninguém. Conversamos, bebemos algo,e ele pós claramente o que queria comigo, me disse abertamente que se eu falasse algo para alguém daquele dia do beco, eu iria pagar muito cara,mais eu estava sem saber o que falar,ou fazer,pois eu pensei que tinha sido um pesadelo ou melhor imaginação fútil minha.Mas não,estava voltando tudo a tona,eu disse ou melhor assegurei- o que não contaria nada a ninguém,que permaneceria calado sem dizer nada a ninguém.
Ele então sorriu,com ar de maldade e foi embora, não irei deixar tão fácil assim essa história,sempre corro atrás da verdade, então corri para minha casa, e tentei lembrar passo a passo daquela noite, esperei anoitecer então fui de novo ao local, tentei encontrar algo , alguma pista, mais nada, quase perdi as esperanças, até que no lado do lixão eu encontrei uma corrente prata, tinha um nome escrito, estava escrito para Clara, era uma foto, linda por sinal, acho que era uma mulher no dia do incidente. É agora acho que era meu dever correr atrás da verdade,desvendar este mistério, que tanto me persegue.

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